Citroën C2 1.1i VTR


Rejuvenescido

DESDE O LANÇAMENTO do C1, com dimensões semelhantes e vantagem acrescida das cinco portas, que o C2 se assume como a personalidade mais dinâmica e desportiva entre os «mais pequenos» do construtor. No inicio deste ano renovou-se, com uma actualização estética que incidiu sobretudo sobre a secção dianteira, e com melhorias na qualidade dos materiais interiores. A seu favor, sempre teve uma plataforma muito equilibrada, reacções bastante saudáveis e uma posição de condução agradável que muito contribuem para a condução viva e divertida que proporciona. A versão desportiva possui um motor 1.6 com 125 cv, enquanto a base da gama é este motor a gasolina 1.1i. Outra variante muito apreciada é o 1.4 HDi, a gasóleo, cabendo a este bloco equipar também o comercial de dois lugares designado Enterprise.

O QUE MUDOU, exteriormente, foi o pára-choques dianteiro mais imponente, tomadas de ar de maior dimensão e uma grelha identificadora que, no conjunto, vieram arredondar e dinamizar esta secção da viatura. E é pouco mais do que isto que esteticamente o diferencia da geração anterior, ficando reservado para o interior e para a mecânica, as alterações mais importantes.
As actualizações passaram pela disponibilidade de mais equipamento electrónico, nomeadamente conexões para fontes exteriores de som (via USB ou jack de 3,5 mm), Kit Bluetooth (€248) e sensores de parqueamento, para além da famosa caixa de (5) velocidades manual pilotada.
Um sistema «Stop & Start» vem equipar o C2 1.4i/16V de 90 cv. O dispositivo desliga automaticamente o motor um pouco antes da imobilização do veículo e liga-o quando se deixa de pressionar o pedal de travão, diminuindo o consumo e as emissões de CO2. Segundo a marca, em cerca de 10 % em ciclo urbano ou 15 % se o tráfego for mais intenso.

COM 4 LUGARES, o interior é suficientemente desafogado à frente. Os bancos traseiros podem ser individuais (€199), e o seu acesso é facilitado pelas portas amplas. Nota-se uma melhoria evidente dos revestimentos, embora algumas fixações continuem a requerer atenção. A bagageira serve os fins (193 l), mantendo a muito prática abertura em duas partes.
Ao condutor oferece-se uma das melhores posições do segmento. Boa visibilidade mas também um apoio muito correcto do corpo, diminuindo a fadiga em viagens mais prolongadas. Acesso e leitura dos comandos facilitada, pequenos espaços em número razoável. Neste caso destaque para o que existe na parte inferior do duplo portão traseiro.

JUNTEMOS uma boa posição de condução a um carácter dinâmico muito forte e teremos como resultado um desempenho deveras interessante! Mesmo quando falamos da versão menos potente, baseada num motor versátil, mas datado em termos de binário. Se a memória não me falha, este bloco remonta ainda ao Visa, embora com actualizações que o tem mantido actual em termos de desempenho. Os consumos médios podem-se considerar moderados mas os 7,5 l urbanos merecem outra interpretação. Gostei particularmente do funcionamento da caixa de velocidades, rápida, precisa e decisiva para o cabal aproveitamento deste motor e, por isso, decisiva no desempenho do conjunto, tal como acontece com a direcção assistida electricamente.

AS ALTERAÇÕES na capacidade de amortecimento da suspensão vieram reforçar o dinamismo e aumentar o maior prazer de condução do C2, um carro que a própria marca designa como «desafio urbano desportivo».
Possui de série ABS com repartidor electrónico da travagem e ajuda a travagens de emergência. No caso do 1.6HDi com 110 cv que passa a integrar a nova gama C2, conta ainda com controlo de estabilidade e de tracção, bem como um sistema que acende as luzes de travagem em caso de forte desaceleração.

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PREÇO, desde 11400 euros MOTOR, 1124 cc, DOHC, 8 V, 61 cv às 5500 r.p.m., 94 Nm às 3000 rpm CONSUMOS, 7,5/4,8/5,8 l (cidade/estrada/misto) EMISSÕES CO2, 138 g/km
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1 comentário:

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