Automóveis com História

10 gerações Opel: da Kadett Caravan à Astra Sports Tourer



Em 1963 surgiu o Opel Kadett A e, em 2015, o Opel Astra K.

Estas são as imagens e as características principais de 10 gerações de uma das carrinhas mais amadas pelos portugueses e procurada pelos europeus.

Com mais de 24 milhões de unidades produzidas, todos os Kadett e Astra vendidos formariam uma fila que daria duas vezes e meia a volta ao Equador.

Cerca de 30% foram variante carrinha, (ver mais) 



Nasceu num período muito especial da história europeia do século passado: Maio de 68. Tempos de contestação, do “é proibido proibir”, do poder popular, das liberdades de corpo e de espírito.

O "Maio de 68" significou em França uma revolução de costumes e de mentalidades, uma contestação popular que viria a repercutir-se em muitos países europeus. 

Marcou o pensamento europeu e o modo de encarar a realidade, e foi nesse tempo tão conturbado de desconstrução de paradigmas que nasceu um dos carros mais simples e mais emblemáticos da indústria automóvel: o Citröen Méhari

Símbolo da simplicidade e do despretensionismo, é um carro utilitário e multifacetado que se lava com um jacto de água, graças à sua carroçaria integralmente feita em plástico ABS. (ver mais)

VOLVO 240 (242, 244, 260, 262, 265): Padrão de segurança

Chegou aos mercados em Agosto de 1974, no prolongamento e desenvolvimento lógicos da popular série 140. 

E o carro que, no seu início foi por muitos criticado pela sua aparência sensaborona e quadrada, acabaria por se tornar na série da Volvo mais vendida de sempre, com cerca de 2,9 milhões de carros produzidos durante 19 anos, até Maio de 1993. 

Durante a sua vida definiu o padrão internacional de segurança e do meio ambiente, ganhou o Campeonato Europeu de Carros de Turismo e acabaria por alcançar o estatuto de carro de culto da era “yuppie” carro antes que ele foi interrompido em maio de 1993. 

Para tanto muito contribuíram uma série de soluções técnicas inovadoras, em muitas áreas, com particular realce para o elevado nível de segurança que o carro proporcionava. (ver mais)


OPEL KADETT: Uma viagem até ao Astra

Corria o ano de 36 do século passado, quando a alemã Opel apresentou o primeiro Kadett. 

Em vésperas do segundo maior conflito mundial, a marca respondia ao desejo nazi para que a Alemanha dispusesse de um veículo prático, familiar e com preço acessível a todos os cidadãos do III Reich. 

Apesar de esse desígnio ter cabido, como se sabe, ao VW (VER AQUI), o Kadett foi pioneiro no segmento dos automóveis compactos e representa o progresso técnico, a capacidade e o engenho alemão. 

Uma das gamas mais populares a nível europeu, ainda hoje se avistam muitos “pré-Astra”, designação que sobreviria ao Kadett. (ver mais)


QUANDO SE FALA em Ford T fala-se, passe a redundância, no carro do século XX. 

Mas também se pode mencionar que se trata do segundo carro mais vendido de sempre — logo após o Volkswagen Carocha —, com mais de 15 milhões de unidades, sendo incerto o valor total de produção já que, após ter deixado de ser fabricado nos EUA, continuou a ser montado um pouco por esse mundo fora…

Esta é, portanto, a história de um carro que poderia ser vendido em qualquer cor, desde que fosse preto!… (ver mais)


EM FINAIS dos anos cinquenta, a conservadora indústria automóvel britânica vivia um ambiente muito especial. 

Por um lado, os construtores mostravam-se relutantes em introduzirem inovações nos seus produtos; por outro, a maioria dos automóveis ingleses mais populares, apresentavam uma clara desactualização técnica, numa altura em que a Europa continental respondia com modelos como o Volkswagen, o Fiat 600, o Renault 4 cv ou o Citroen 2 cv. (ver mais)



A aventura começa numa pequena empresa francesa, a “Alpine”, um fabricante de carros desportivos e de corrida equipados com motor Renault. 

O estrondoso sucesso do A110 nas pistas de terra ou neve acabaria por levar a Renault a absorver este pequeno transformador e, a par da sigla “Gordini”, estas duas designações míticas passaram a ser utilizadas para classificar os modelos ou as versões mais desportivas da marca do losango. 

Vamos então saber mais sobre o original 110, o carismático “Berlinette” que venceria o primeiro Mundial de Ralis em 1973. (ver mais)



COM A «QUATRELLE», nome pela qual tornou popularmente conhecida, a Renault tinha não só como objectivo criar um veículo polivalente e barato, logo popular, mas, não menos importante, concorrer com o rival Citroën 2CV. 

Viatura polivalente, de uma fiabilidade incrível em grande parte por causa de uma mecânica muito simples, há quem a designe tão só por "jipe dos pobres"...(ver mais)



Devem à sua forma tão peculiar não só o nome por que são popularmente conhecidos em Portugal, mas também a excelente habitabilidade que as tornou populares num tempo em que a concorrência era pouca ou até mesmo inexistente. 

Hoje, os Volkswagen “Pão de Forma” são objectos de culto, recordações simbólicas de um tempo de alegria fácil e de quando a liberdade era realmente valorizada. 

Quem tem uma pode agora restaurá-la na casa onde “nasceu” Com certificado de autenticidade e tudo! Conheça a seguir um pouco da história deste modelo e descubra algumas imagens da época. (ver mais)



PASSAM MAIS DE 60 anos sobre a chegada dos primeiros Carochas aos novos concessionários Volkswagen. 

Para falar da história daquele que é o mais emblemático modelo da marca alemã, bem como um dos mais populares e mais produzidos de sempre, é preciso também conhecer o seu criador, um dos maiores génios da indústria automóvel: Ferdinand Porsche. 

E se a história do carro está intimamente ligada à do seu criador, ambos estão também relacionados com um dos períodos mais vergonhosos da História Mundial. (ver mais)


DISSE-ME uma vez um amigo vendedor de uma marca concorrente, meio a sério, meio a brincar, que a Citroën se tinha tornado na «marca branca» da Peugeot; ao que inquiri como é que um construtor que tinha oferecido um tão popular quanto robusto 2CV, ou um tão avançado para o seu tempo DS, algum dia poderia ser olhada dessa maneira!

Foi «remédio santo» como se costuma dizer…



NO ÍNICIO da década de 70, finais da de 60, o mercado automóvel mundial começava a sentir os efeitos da indústria nipónica, com a crescente implantação dos seus pequenos modelos, mais modernos, eficientes, fiáveis e económicos, não apenas em termos de manutenção e consumo, como no preço a que eram propostos ao consumidor.



TRÊS CARROS dominaram o panorama do Mundial dos Ralis nos anos 80: Audi Quattro, Lancia 037 ou Delta S4 e Peugeot 205 T16. Outros houve como o MG Metro 6R4, o Renault R5 Turbo ou o Ford RS 200, mas coube aos primeiros o papel de destaque na conquista de títulos mundiais de pilotos e marcas. 

Para o melhor e para o pior os acidentes mortais com estas máquinas levaram a que fossem banidas das estradas , todos eles marcaram uma época de ouro nas competições automóveis e representam o expoente máximo da categoria. (ver mais)


A MG NASCEU do mesmo modo que tantas outras marcas, recorrendo à plataforma e elementos mecânicos de outro construtor. Cecil Kimber, apontado como o seu criador, alto responsável das «Morris Garages» - uma distribuidora dos carros da marca Morris em Oxford, Inglaterra -, e grande entusiasta de modelos desportivos, acreditou na existência de um mercado para este segmento. 

Cecil começou por modificar os modelos da marca inglesa, aumentando-lhes a potência dos motores, rebaixando-lhes a suspensão e montando-lhes carroçarias de aspecto e eficácia mais desportiva. (ver mais)