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Salão Internacional do Automóvel de Shanghai 2011

Abre dia 21 de Abril ao público aquele que ameaça tornar-se o mais importante Salão Automóvel do Mundo, destronando, em importância e mediatização, eventos como os de Paris, Frankfurt ou Genebra.
Tal como há dois anos, Xangai acolhe um número recorde de expositores. Para além da normal presença dos participantes locais (a indústria chinesa de componentes e os fabricantes automóveis são cada vez mais fortes), os principais construtores de automóveis ou acessórios do mundo ocidental não querem deixar de marcar presença na que é a grande montra para um dos mercados mundiais com maior potencial de crescimento: o chinês.

Após os acontecimentos devastadores no Japão que abalaram fortemente a indústria e a sociedade daquele país asiático, são mesmo assim cerca de 70 as marcas construtoras presentes. Incluindo os principais fabricantes japoneses e as várias centenas de representantes de empresas de acessórios ou serviços, de algum modo ligados à indústria automóvel, que se distribuem por uma área com cerca de 170 mil metros quadrados.
O intuito é, claro, cativar os habitantes de uma região com crescente poder económico. Na China — tal como na Rússia, na Índia ou no Brasil, mercados ditos emergentes — cresce uma elite e uma burguesia com a capacidade de aquisição que vai escasseando a Ocidente. Isso explica porque, já em 2009, a China ultrapassou o mercado automóvel dos Estados Unidos, continuando em crescimento acelerado apesar da crise económica global. Em 2010 venderam-se 13,7 milhões de veículos de passageiros e o primeiro trimestre deste ano soma já 1,8 milhões de unidades transaccionadas. Marcas e modelos de gama-alta ou até mesmo considerados “de luxo” têm números de vendas espantosos no mercado interno chinês.
Esta edição é também reveladora do interesse em apostar nos veículos eléctricos. É expectável um grande potencial de crescimento deste sector, devido aos elevados níveis de poluição do território e ainda à necessidade do governo começar a dar mostras de querer cumprir os tratados internacionais que regulam as emissões de poluentes.


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