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Suzuki Vitara mantém-se fiel à sua identidade

Durante anos, o Suzuki Vitara foi uma presença habitual nas estradas portuguesas, antecipando muitas das características que hoje definem o segmento SUV: posição de condução elevada, dimensões compactas e aptidão fora de estrada.

Num mercado que evoluiu rapidamente, com modelos mais sofisticados, eletrificados e tecnologicamente avançados, o Vitara perdeu protagonismo.

Ainda assim, mantém-se relevante por continuar fiel à sua fórmula original.

A mais recente atualização trouxe melhorias discretas no design, no sistema multimédia e nos assistentes de condução, mas sem alterar a base do modelo.

O SUV mais conhecido do construtor japonês continua a apostar numa abordagem tradicional: motor 1.4 Boosterjet mild hybrid de 48 V, peso contido e, sobretudo, a disponibilidade de tração integral AllGrip, um elemento cada vez mais raro mas apreciado por muitos condutores com espírito de aventura.

No interior, o foco está mais na robustez do que na sofisticação. Apesar de um design datado e materiais simples, destaca-se pela solidez de construção e ausência de ruídos parasitas, mesmo em pisos degradados.

Em termos de espaço, cumpre os requisitos do segmento, com 362 litros de bagageira (até 1.120 litros com bancos rebatidos) e capacidade de reboque até 1.500 kg.

Em estrada, o baixo peso traduz-se numa condução ágil e equilibrada, enquanto o consumo médio de 7,4 l/100 km se mantém dentro do esperado.

É, no entanto, fora do asfalto que o Vitara se distingue. O sistema AllGrip gere automaticamente a tração, adaptando-se a CONTINUA

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Salvador Caetano: quanto vale o maior grupo automóvel português?


A Salvador Caetano entrou em 2026 com um novo passo na sua estratégia de expansão internacional, ao adquirir o Grupo Cedar e passar a operar no mercado automóvel irlandês.

Com 80 anos de história, presença em 48 países e receitas superiores a 4,3 mil milhões de euros em 2024, o grupo é hoje o maior operador automóvel português, com atividade que vai da representação de grandes marcas à mobilidade, aluguer, gestão de frotas e serviços digitais.

Mas qual é o verdadeiro peso da Salvador Caetano face aos grandes distribuidores europeus e que impacto tem esta estratégia no mercado global? (LER MAIS)

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Onde vão estar os radares móveis de controlo de velocidade entre o Natal e o Ano Novo


A PSP revelou algumas das localizações previstas para a instalação de operações de controlo de velocidade através de radares móveis a veículos automóveis em várias zonas de Portugal. 

Com esta medida, as autoridades pretendem sensibilizar os automobilistas a cumprirem com as regras de trânsito e as boas práticas de condução, num período em que se conjugam dois importantes fatores de risco: condições climatéricas mais complicadas para a visibilidade e qualidade do piso e ainda o facto de ser uma época dada a excessos de consumo de álcool e fadiga da condução.

Entre os dias 26 e 31 de janeiro, sem prejuízo de se verificar a colocação ou circulação de mais radares móveis, a PSP indicou a possível instalação de postos de controlo de velocidade nas localidades de (LER MAIS)

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Accenture prevê que, em 2040, número de veículos eléctricos deva ultrapassar o de veículos convencionais


As estimativas do estudo “Accenture The Utilities: Lead the Charge in eMobility” calculam que o número de veículos eléctricos deverá aumentar para 10 milhões em 2025 e ultrapassar o número de veículos convencionais em 2040.

Tal poderá gerar para o sector das empresas de serviços e mobilidade um volume de negócios da ordem de 2 biliões de dólares, afirma o relatório da Accenture Strategy.

As empresas podem beneficiar de uma oportunidade de 1.7 biliões de dólares, com uma margem de lucro reduzida, através do fornecimento de energia para veículos eléctricos, devendo acrescentar 250 mil milhões de dólares através de novos serviços de mobilidade, com margem de lucro mais elevada, como:


  • Apps de carregamento remoto;
  • Gestão integrada de energia de veículos eléctricos em casa;
  • Processamento de pagamentos;
  • Financiamento para a compra destes veículos.

Combinando estes serviços numa única plataforma, as empresas podem ajudar a melhorar a experiência do consumidor.

Os operadores que consigam ajudar a tornar mais fácil e acessível a vida de um proprietário de um veículo eléctrico serão ainda responsáveis pelo acelerar da adopção e melhoria da competitividade desta indústria.

Segundo um estudo realizado pela Accenture Strategy a 6.000 consumidores em todo o mundo, as principais razões impulsionadoras para a compra dos veículos eléctricos são ambientais, seguidas pelas oportunidades de poupança que estes veículos permitem.

Barreiras à mobilidade eléctrica


Apesar dos avanços na tecnologia das baterias e do surgimento de cada vez mais opções como o renting, os custos de aquisição destes veículos e o acesso a soluções de carregamento – como os sistemas domésticos de energia ou as estações públicas de carregamento – continuam a ser uma barreira para os consumidores.

Mais de 80% de inquiridos que pretendem ser proprietários de carros eléctricos no futuro e que planeiam carregar os seus veículos primeiramente a partir de casa., apenas 55% destes têm garagem própria.

“Há um tremendo potencial de valor no mercado da mobilidade eléctrica, mas as empresas precisam de agir já. Munidas de um profundo conhecimento do mercado energético e as suas regras e regulação, e com relações de confiança com o consumidor e com fornecedores, as empresas que invistam de forma inteligente e que proporcionem ofertas direccionadas irão prosperar neste mercado”, afirma Pedro Galhardas, Managing Director da Accenture Strategy em Portugal.

O relatório Utilities: Lead the Charge in eMobility da Accenture Strategy foi elaborado com base num inquérito a 6.000 consumidores, conduzido em Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Países Baixos, Noruega, Suécia e Estados Unidos.