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Defeito em airbag de passageiro chama às oficinas Honda, Mazda, Nissan e Toyota

- Recall de viaturas de marcas japonesas deve-se a um defeito de fabrico do insuflador do airbag dianteiro do passageiro
- As marcas envolvidas são Honda, Mazda, Toyota e Nissan
- Este mesmo problema já tinha justificado uma chamada à oficina de viaturas em 2013 (ler AQUI a notícia)
- A razão porque afecta várias marcas é tratar-se de um equipamento fabricado por um fornecedor externo comum a vários construtores automóveis: a igualmente japonesa Takata Corp
- Ao contrário do que vem sendo anunciado, a Honda Portugal afirma não existir risco de incêndio

Foi anunciada nova chamada às oficinas de modelos Honda, Nissan, Mazda e Toyota fabricadas entre Agosto de 2000 e Dezembro de 2005.
Nem todas os fabricantes têm viaturas afectadas entre estes períodos.
O motivo não é novo. Já em 2013, estes mesmos fabricantes tinham procedido a alterações preventivas nos seus modelos devido a idêntico defeito de fabrico do insuflador do airbag dianteiro do passageiro.
A notícia sobre o assunto pode ser lida AQUI.
Segundo Carlos Cerqueira, director de Comunicação e Relações Públicas da Honda em Portugal, o motivo desta nova chamada prende-se com o facto do fornecedor de airbags, a Takata, ter comunicado recentemente "a existência de novos números de série de insufladores de airbag do passageiro com potencial de avaria".
Como acção preventiva, indica o mesmo responsável "a Honda irá realizar uma extensão à campanha de recolha de produto iniciada no ano passado para efectuar a substituição do insuflador do airbag do passageiro de mais algumas unidades agora identificadas".
Em Portugal serão chamados 5.300 unidades com ano de fabrico entre 2001 e 2003. De modelos diferentes, predominantemente Civic e Jazz.
Como habitualmente, explica Carlos Cerqueira, "a Honda irá contactar os clientes das unidades potencialmente afectadas e solicitar que contactem um concessionário da marca que realizará a troca da peça identificada".
Esta acção não tem custos para o cliente.
O director de Comunicação e Relações Públicas da Honda em Portugal explica ainda que, "ao contrário do que tem vindo a ser noticiado, não existe qualquer perigo de incêndio". 



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