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Portugal autoriza testes de veículos autónomos

Os carros autónomos já não são apenas um cenário futurista e Portugal prepara-se agora para os colocar à prova em estradas reais.

Com a aprovação de um novo regime jurídico, o país abre finalmente as portas aos testes de veículos autónomos em vias públicas.

A partir daqui, construtores automóveis, empresas tecnológicas e centros de investigação passam a poder testar estas tecnologias em condições reais de circulação.

Mas há um detalhe importante: este não é um “vale tudo” tecnológico. Pelo contrário, o novo enquadramento legal impõe regras rigorosas, desde seguros quadruplicados até limites de velocidade mais baixos e supervisão humana obrigatória.

Por trás desta decisão está uma ambição clara: posicionar Portugal na linha da frente da mobilidade inteligente e atrair investimento numa das áreas mais transformadoras da indústria automóvel.

Ainda assim, o que muda na prática? Quem pode testar? E quais são os riscos e limites desta nova realidade?

Há várias regras, exigências e implicações que ajudam a perceber até onde Portugal está disposto a ir. CONTINUAR

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Arranque discreto ou plano estratégico? O caso Leapmotor explicado


A Leapmotor chegou a Portugal em 2025, mas um ano depois continua quase invisível no radar do mercado. 

Com pouco mais de 400 unidades matriculadas até maio de 2026, os números levantam uma questão inevitável: estamos perante um arranque falhado… ou simplesmente a assistir a uma estratégia diferente?

À primeira vista, o contraste com outras marcas chinesas é evidente. Enquanto algumas entraram em força, com campanhas agressivas e volumes imediatos, a Leapmotor parece avançar em silêncio.

Será isto um sinal de fraqueza? Ou simplesmente uma questão de planeamento e estratégia?

A resposta pode estar menos em Portugal e mais na forma como a marca está a desenhar a sua presença na Europa.

Entre uma rede ainda em construção, uma gama em expansão e o apoio estratégico da Stellantis, há sinais de que este arranque discreto pode esconder algo maior.

E é precisamente por isso que os números não contam toda a história…

Porque há três fatores-chave que ajudam a explicar o que realmente está a acontecer e que podem mudar por completo a leitura destes resultados. CONTINUAR

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Novo Código da Estrada. O que vai alterar.



Num país onde a estrada faz parte do quotidiano de milhões de pessoas, a segurança rodoviária volta a ocupar o centro do debate nacional. 

O Governo colocou em consulta pública a nova “Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero 2030”, um plano ambicioso que pode ir muito além de ajustes pontuais: está em cima da mesa uma transformação profunda do Código da Estrada.

Entre a urgência de travar a sinistralidade e a necessidade de adaptar as regras a novas formas de mobilidade, abre-se agora uma discussão que poderá redefinir a forma como conduzimos, partilhamos o espaço público e pensamos a segurança nas estradas em Portugal.

É neste enquadramento que começam a ganhar forma as medidas concretas da reforma.

Mais do que intenções gerais, o Governo aponta já para um conjunto de mudanças que procuram tornar a fiscalização mais presente, as sanções mais eficazes e o sistema mais ágil.

Entre reforço tecnológico, revisão de penalizações e adaptação às novas realidades da mobilidade, estas propostas ajudam a perceber de que forma poderá CONTINUAR

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APRESENTAÇÃO: Suzuki SX4 S-Cross. (MY 2014) Características e Preços.

A Suzuki volta a ter representação em Portugal através de uma sucursal da “Suzuki Motor Ibérica". Sediada em Lisboa, nesta fase inicial da sua actividade importa os modelos Suzuki Swift e o novo Suzuki S-Cross, comercializados através da rede de 11 concessionários. O SX4, um dos sucessos mais recentes da marca japonesa regressa numa nova geração que acrescenta "S-Cross" à designação, ampliando o conceito de crossover e introduzindo tecnologia nova. Com tracção a duas ou às quatro rodas, caixa manual ou automática, o novo S-Cross propõe mais espaço, mais segurança e melhor desempenho, distribuídos por dois motores, a gasolina e a gasóleo, ambos de 1,6 litros e os dois com 120 cv. Preços de campanha a partir de 20270 euros no primeiro caso, para a unidade a gasóleo há que acrescentar cerca de 4000 euros.

Notícias sobre veículos eléctricos

Parceria Toyota e Galp Energia

A empresa portuguesa e a construtora japonesa de automóveis estabeleceram uma parceria tecnológica que visa optimizar o uso da electricidade no automóvel. Portugal marca posição no desenvolvimento deste projecto, integrando um grupo restrito de países europeus a testar a proposta da Toyota de utilização da electricidade na mobilidade. A Galp Energia, pioneira no desenvolvimento do primeiro posto de carregamento rápido de veículos eléctricos em Portugal, foi a escolha lógica como parceira do projecto. Além de utilizar as duas fontes de energia na locomoção, característica dos puros híbridos, o novo automóvel pode optimizar o carregamento das baterias através da rede eléctrica, aliando as vantagens da locomoção 100% eléctrica e zero emissões, com a flexibilidade e autonomia das viaturas híbridas.


Mitsubishi eléctrico

O i-MiEV, projecto pioneiro da Mitsubishi, conquistou o título de "Veículo Eléctrico do ano de 2009" na Inglaterra. Elogiado pela habitabilidade dos seus 4 lugares, pela autonomia e pelo tempo de recarga da bateria, marca também pontos pela facilidade de utilização e design funcional do habitáculo. Lançado no início do Verão no Japão, os primeiros 25 i-MiEV de volante à direita chegam agora à Grã-Bretanha. Estas unidades destinam-se a serem utilizadas como demonstradores no Programa Estratégico em Tecnologia de Baixas Emissões de CO2, já que o seu lançamento comercial na Europa está apenas previsto para finais de 2010.


Peugeot eléctrico iOn

Primeiro construtor mundial de veículos eléctricos, a Peugeot será também das primeiras marcas a comercializar na Europa um novo automóvel 100% eléctrico, o iOn, em finais de 2010.
Desenvolvido em parceria com a Mitsubishi, destina-se tanto a clientes particulares como a frotas (administração, associações locais, grandes empresas, etc.), dadas as suas características particularmente adaptadas ao meio urbano. Com quatro lugares e um comprimento de 3,48 m, possui autonomia para 130 km e as suas baterias de iões de lítio são recarregáveis em seis horas numa tomada clássica de 220 V, ou a 80 % em trinta minutos, graças ao seu sistema de recarga rápida.

Renault zero emissões

Em http://www.zero-emissoes.renault.pt/ o construtor francês é o primeiro a desvendar os segredos de um projecto do género ao grande público. Faltam cerca de 900 dias para que a Renault inicie a comercialização, em larga escala, de uma gama de veículos eléctricos, tornando-se na primeira marca a chegar ao mercado com uma gama completa de modelos.

Veículos eléctricos em Portugal

A parceria entre o Governo Português e a Aliança Renault-Nissan para promover a Mobilidade com Zero Emissões no país, torna Portugal pioneiro num programa que visa tornar os veículos eléctricos numa solução viável e atraente para os consumidores. A Renault-Nissan assume o compromisso de comercializar veículos eléctricos para os consumidores portugueses a partir de 2011, cabendo às autoridades criar condições fiscais e dotar as cidades de infraestruturas para a recarga das baterias. Portugal e Inglaterra foram os dois países escolhidos para a instalação de fábricas de baterias de iões de lítio para os carros eléctricos da Aliança.